A liberdade começa com nossa família de origem

Absolutamente tudo na vida é sobre a nossa batalha interior. Nos processos de coaching sempre trabalhamos as nossas famílias. Vencendo as batalhas internas podemos vencer as externas. Uma das formas de dar o amor que recebemos da nossa família é nos sentirmos seguros. Esta segurança pode ser onde estamos hoje.

Nossos familiares, na intensão de não nos verem passar trabalho, querem que a gente fique protegido e vigiado pelos cuidados deles. E não se trata de fazer nossos familiares mudarem quem são, se trata da gente fazer a nossa própria mudança. 

Quem corta o cordão com a mãe e com o pai durante a vida? Nós, filhos. É mais difícil o desmame, o deixar na escolinha, a nova escola, o novo projeto, sair da casa deles, para os pais do que para os filhos. É tudo por amor e proteção, para que a gente não sofra e permaneça ali. Mas será que teremos evolução senão com a dor necessária?

Percebo em mim e nas histórias que escuto o quanto o sucesso daquele membro que ousou se desprender pode expor a fragilidade e a inércia da família que poderão vir à tona. Na tentativa de não deixar que o passarinho voe, a família, pela proteção e segurança, não abre a gaiola para que aquele passarinho faça a diferença no mundo e impacte a vida das pessoas na nossa jornada.

Talvez o momento dos nossos pais já tenha sido de voos altos e baixos, pois já conheceram as montanhas e o chão para agora estabilizar na gaiola que construíram e que nos abrigava ou ainda nos protegem do perigo. Ou mesmo daqueles que preferiram nunca sair da gaiola dos pais deles e que será um soco no estômago, caso você saia.

Nós, “passarinhos”, só conheceremos e entenderemos aquelas montanhas ou o chão quando formos com as nossas próprias asas. A família estará lá, pronta para as nossas chegadas e partidas, mas não serão eles que irão fornecer o suporte para a gente voar mais alto.

Todos queremos mudar o mundo, ou melhor, a nossa família. Até perceber que não podemos mudar ninguém. Que a evolução é pessoal e a família é a consequência. Eu mudo primeiro.

Nascemos na família que escolhemos, naquela que precisamos para evoluir. Com a família, aprender o que ser com a parte mais sábia e forte, e aprender o que não ser com a parte mais fraca e intolerante dela. Assim encontraremos o nosso equilíbrio.

E sem julgamentos, porque cada um está na sua própria evolução pessoal.

Liberte-se!

Com carinho, Muri Coach 💛

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