Harry Potter: a saga que conquistou gerações e encanta pelas lições de amizade e vida

Oi, gente! Na coluna de hoje vou falar um pouco sobre a minha saga preferida: Harry Potter. No entanto, antes de mais nada, quero parabenizar o querido Dan (Daniel Radcliffe), que deu vida ao nosso amado bruxinho Harry, que fez 31 anos na última quinta-feira, dia 23. Outra pessoa que eu também quero parabenizar é a brilhante Jo (J. K. Rowling), a escritora responsável pela criação desse universo e que fará 55 anos na próxima sexta, dia 31.

P.S. O Harry também nasceu dia 31, ele pode ser fictício, mas está nos nossos corações.

Eu acho que todo mundo já ouviu falar desse trio: Harry, Rony e Hermione. Eles estão sempre presentes quando acontece algo “diferente” na escola, mas no fim, sempre salvam Hogwarts e as pessoas que nela vivem.

Bom, vamos começar pelo começo quando, há mais de mil anos, quatro pessoas decidiram fundar Hogwarts… Não, pera, talvez não tão do começo assim… Vamos para a parte que importa de verdade: um menino órfão, Harry, foi levado para a casa de seus tios “trouxas” (não bruxos), pois seus pais haviam sido assassinados por um bruxo das trevas. Tiago e Lílian Potter foram mortos em casa, mas Harry sobreviveu e ficou apenas com uma cicatriz de raio na testa.

Criado pelos tios, Harry ganhava apenas roupas de segunda mão, dormia no quartinho debaixo da escada e era feito de “empregado” pela família. Ele nunca ganhou presentes ou recebeu algum tipo de amor. Seu primeiro contato com magia foi aos dez anos, em uma visita ao zoo, quando ele, ao olhar fixamente para uma cobra em cativeiro, sem querer (e muito menos entender) fez com que o vidro sumisse e seu primo, Duda, caísse no cativeiro. No entanto, a cobra escapou e seu primo ficou preso.

Como manda a tradição, aos 11 anos de idade os bruxos recebem uma carta da escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts avisando da convocação, e não foi diferente com Harry. A casa se encheu de cartas e seus tios decidem se mudar. O que não adiantou, já que Rúbeo Hagrid (Robbie Coltrane) vai buscá-lo pessoalmente para o levar à Hogwarts, onde ele vai poder estudar magia e se tornar um bruxo talentoso.

Antes de chegar à escola, Harry descobre o que aconteceu de verdade com seus pais, quem os matou e descobre em Hagrid, um amigo. Este o leva até a estação de trem, mas como o número é 9¾, ele não encontra sozinho pois é um número de plataforma que “não existe”. Então ele conhece a Família Weasley e, consequentemente, aquele que virá a ser seu melhor amigo, Rony (Rupert Grint). Logo em seguida, no trem, ele conhece sua futura melhor amiga, Hermione Granger (Emma Watson), uma menina filha de pais trouxas que nasceu com magia.

Assim começou uma das amizades mais lindas que os livros e cinemas já contaram. Não falo isso por amar Harry Potter, mas pelos valores de amizade que aprendi com eles.

Um pouco da história…

Em todos os filmes Harry, Rony e Hermione se deparam com dificuldades cada vez maiores e mesmo que eles se desentendam às vezes, sempre estão juntos. Eles passam por perdas, decepções, dores e coisas que os fazem crescer e se tornarem fortes e destemidos, como todo bom aluno da Grifinória (uma das quatro Casas de Hogwarts).

A partir do quarto livro, quando o Lorde que matou os pais do Harry ressurge, as coisas começam a ficar piores, pois trouxas voltam a ser assassinados. No quinto livro, Azkaban (uma prisão de bruxos) é atacada e muitos bruxos das trevas fogem da prisão unindo-se ao poderoso Lorde Voldemort (Ralph Fiennes).

Em seu sexto ano de escola, Harry descobre como acabar com aquele que o causou tantas dores, mas também perde o seu mentor, Alvo Dumbledore (Michael Gambon), que é assassinado na torre de astronomia. Potter não vai para a escola no seu último ano porque precisa encontrar as horcruxes (objetos poderosos da magia negra) e acabar com Voldemort, antes que este acabe com ele. Como dizia a profecia: “um não pode viver enquanto o outro for vivo”.

E bem, pra quem já leu os livros ou assistiu os filmes, sabe a emoção que é aquele final. Pelo menos, para mim, foi. Na verdade, até hoje eu choro ao ver algumas coisas, até porque uma guerra bruxa é uma guerra como qualquer outra, com mortes e sofrimento.

Algumas curiosidades sobre criação e elenco…

  • J. K. Rowling cogitou matar um dos três personagens principais, no caso, Rony Weasley.
  • A autora considerou matar Hagrid várias vezes, mas ele se salvou por causa do final. Ela queria que ele carregasse Harry, aparentemente morto, como um contraponto ao personagem, levando o bruxinho para os tios no primeiro livro/filme.
  • De começo, Rowling não gostou do elenco principal, pois eram bonitos demais.
  • J. K. criou os dementadores se inspirando em uma depressão que teve depois da morte de sua mãe.
  • Um dos feitiços mais conhecidos da saga, Expecto Patronum, significa “Aguardo um guardião”, traduzido do latim.
  • A atriz que viveu a professora Minerva, Maggie Smith, estava lutando contra um câncer de mama durante as gravações do último filme. Ela não parou de atuar porque não queria desapontar os fãs.
  • Antes de começar as filmagens de Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban, o diretor, Alfonso Cuarón, pediu que o trio protagonista escrevesse um texto sobre seus personagens. Emma escreveu várias páginas sobre Hermione, Daniel apenas uma sobre Harry e Rupert esqueceu de fazer.

Entre as lições da saga, tem algumas frases que dizem muito. Separei algumas que mais me marcaram:

  • As palavras são, na minha humilde opinião, nossa mais inesgotável fonte de magia, capaz de ferir e de remediar. (Dumbledore)
  • Não tenha pena dos mortos, mas dos vivos. Principalmente daqueles que vivem sem amor.(Dumbledore)
  • “O mundo não se resume em pessoas boas e más, todos temos luz e trevas dentro de nós, o que importa é o lado em que decidimos agir. Isso é o que realmente somos” (Sirius Black)
  • A felicidade pode ser encontrada até nos momentos mais escuros, se nós lembrarmos de acender a luz. (Dumbledore)

Eu aprendi muitos valores com Harry Potter, principalmente sobre amizade. Nos livros e filmes podemos ver que, mesmo com todas as dificuldades que eles passaram, permaneciam juntos, unidos e sempre prontos um para o outro. E para mim, amizade é isso Agora me conta aí o que tu tirou de Harry Potter e leva pra vida?

P. S. Se algum dia alguém me perguntar, depois de tanto tempo, sobre gostar de Harry Potter, eu só vou responder “SEMPRE”.

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