Artigo: Empresas e suas mídias, evolução de funções profissionais 

Por Juliano Vinicius Knevitz

Sempre tivemos a necessidade da comunicação para transmitir uma mensagem, seja ela de origem ou objetivo qualquer. No mundo globalizado onde as informações chegam rápido, na mesma velocidade de nosso esquecimento, percebemos que a mensagem melhor elaborada permanece na mente das pessoas por mais tempo. 

As empresas, de modo geral, possuem o objetivo econômico de aprimorar sua forma de interação com a sociedade e seus clientes. Hoje usamos variadas redes sociais que reduzem a distância entre empresa e consumidor. Porém, nem sempre a comunicação ocorre de forma assertiva, inclusive grandes empreendimentos cometem erros de divulgação, tanto no marketing quanto na publicidade. 

Nos dois primeiros anos de pandemia já havia uma corrida contra o tempo para manter ou controlar a perda de vendas/consumo de produtos ou serviços. Com as restrições de deslocamento e o método tradicional presencial de atendimento toda a comunicação se resumiu à internet e suas redes de conexões. 

Dividimos aqui a conexão em interna e externa: 

  • Interna: empresas não preparadas em infraestrutura tecnológica e com comunicação ineficiente entre seus colaboradores sofreram perdas maiores e algumas simplesmente deixaram de existir.
  • Externa: a procura por formas de manter o nível de atendimento constante mesmo com portas fechadas fez com que a indústria, de modo geral, perdesse força porque sem consumo não há porque produzir.

Então diante deste cenário caótico, em 2021 e 2022, temos uma mudança comportamental totalmente restruturada nos principais setores de produção da indústria e no ramo de serviços. Novas funções de trabalho surgiram assim como algumas novas ferramentas. Vale destacar aqui a ferramenta ZOOM, criada em 2011, que teve um aumento de 300% de suas ações e um crescimento de 30 vezes o número de usuários no Brasil no ano de 2020, no auge da pandemia. Os dados são do portal VOCÊS.A. do grupo Abril. 

Houve adaptação nas estações de trabalho para o modo remoto, assim como a tomada de decisões e reuniões passou a acontecer por meio de web conferências. Profissionais e empresas buscaram capacitações específicas na área de mídias sociais, designers, analistas, motion designers, freelances de modo geral no setor de tecnologia da informações e marketing digital. Tais formações viraram tendência no mercado de trabalho em setores como da criação de conteúdo, marketing, relações públicas, administração, área de TI, entre outros. Pois agora é um requisito manter uma comunicação direta, assertiva, funcional e de qualidade na relação empresa-cliente. 

As plataformas sociais de maior influência no Brasil até 2022 são Youtube, Instagram, Whatsapp, Facebook e Twitter sendo três delas pertencentes a recém fundada Meta, de Mark Zuckerberg, que agora também oferece uma nova tecnologia envolvendo o metaverso que serviu de inspiração para o nome da organização. 

Aos poucos estamos voltando ao cotidiano anterior a dezembro de 2019 remodelados pelo uso das mídias sociais e sua força de influência na vida, trabalho e consumo das pessoas. 

Juliano Vinicius Knevitz é Tecnólogo em jogos digitais e pós-graduado em docência universitária do século XXI pela Universidade Feevale) e atua como docente Senac Taquara. 

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