Marcelo Astiazara reúne nove vozes femininas e lança seu disco autoral “Ellas”

Uma celebração à música e às mulheres. Essa é a proposta do primeiro disco autoral de Marcelo Astiazara, artista que reúne nove grandes mulheres artistas que será lançado no dia 13 de março. Intitulado Ellas, o álbum do cantor e compositor porto-alegrense é uma forma de homenagear as mulheres e, mais especificamente, as grandes cantoras e grandes mulheres que fizeram e fazem parte de sua vida.

“ELLAS é um sonho antigo. Uma oportunidade de estar perto musicalmente de artistas incríveis, de vê-las compartilhando estas composições e de agradecer pelo tanto que contribuíram como referências – musicais e pessoais, em diversos momentos da minha vida!”, destacou. O disco reúne nove vozes femininas dando vida às canções do compositor com lançamento nas plataformas de música.

O álbum, composto por dez faixas, é um mix de estilos que incluem: Bossa Nova, Pop, Balada e até Rock. Com exceção das canções ”Eu vi um passarinho”, poema da cantora Gabriella Maurente, e ”A Cantora de Jazz”, que possui um trecho em francês composto em parceria com a amiga Myriam Ghodbane, todas as músicas do disco foram compostas pelo cantor que viu na oportunidade de convidar estas grandes amigas, a chance de vê-las cantando suas composições – “A maioria das artistas que participaram desse álbum foram inspiração para as composições. São amigas que, em algum momento da minha vida, me marcaram com suas interpretações vocais e eu fico muito feliz de estar compartilhando este momento com elas!”, explicou.

Ellas contou com a participação das artistas gaúchas Gabriella Maurente, Lílian Tressoldi, Marieli Oliveira, Eli de Freitas, Duda Rocha (Dudel), Kézia Borges e Luisa Rossoni, participante do programa The Voice Kids; da carioca Renata Benévolo, que fez parte do clássico grupo “Os Abelhudos”; e da baiana Vitória Lago.

Com a chegada da pandemia, o processo de gravação do disco se tornou um pouco mais lento devido às incertezas sobre tudo e a falta de recursos financeiros. “Vida de artista já é não é muito fácil em tempos normais, com a pandemia foi ainda mais dificultoso”, lamentou Marcelo. Inicialmente, o trabalho de pré-produção começou a ser feito em conjunto com o músico e produtor Matheus Albuquerque e, na sequencia, quem assumiu a produção foi o músico Thiago Heinrich. Toda a gravação instrumental foi feita de modo remoto, no próprio home studio do artista em Porto Alegre. “Fiz muita coisa em casa e trocava sempre com o Thiago que trabalhava diretamente do estúdio dele, em Parobé”, contou. Conforme foram acontecendo as flexibilizações, as cantoras começaram a gravar suas vozes isoladamente em estúdio, um trabalho feito a distância e que não possibilitou muitos encontros presenciais com o cantor que torce para que este encontro coletivo aconteça muito em breve. “Não vejo a hora de me reunir com todas elas! Aí vai ser uma grande celebração mesmo!”.

*Foto de capa: Zé Roberto Muniz

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