Com mais de 10 anos de carreira, cantor e compositor Franco é destaque musical na região

Com um repertório eclético e que busca levar empolgação ao público, Franco Reis, ou simplesmente Franco, constrói sua trajetória. Com mais de uma década de carreira, ele já transitou por diferentes estilos musicais, envolveu-se em diversos projetos e dividiu o palco com artistas de diferentes vertentes. É da estrada que vem sua receita para o que apresenta atualmente e, com possibilidade de apresentações em formato solo, dupla ou com banda, pode se adequar aos mais variados tipos de eventos, locais e públicos.

Figura conhecida das casas de festas e pubs não só do Vale do Paranhana, mas também além das fronteiras da região, Franco vem investindo em seu trabalho autoral. Ele soma nove músicas gravadas em estúdio (disponíveis nas plataformas de streaming) e três clipes (no Youtube). Conciliando os covers com suas canções, vem conquistando cada vez mais espaço, tanto no que se refere a possibilidade de tocar em casas maiores, abrir shows nacionais e participar de programas de televisão e rádio de emissoras de abrangência estadual.

Amor pela música compartilhado com o pai

Desde pequeno a música sempre o atraia, embora não tivesse contato direto com ela. Na pré-adolescência, foi trabalhar com seu pai em sua empresa (que era separado de sua mãe) e a música passou a ser mais presente em seu dia a dia. “Nesse trabalho tivemos colegas músicos, no estilo sertanejo, e foi aí onde tudo começou. Com o tempo surgiram violões nas horas livres. Logo iniciei, junto com meu pai, um curso de música onde passei por teclado e violão. Minha mãe me apoiava bastante também, inclusive me deu de presente meu primeiro teclado”, relembra.

Não demorou muito para que ele descobrisse que sua grande paixão era cantar. “Mais tarde, meu pai e eu começamos a tocar em bares na noite, na brincadeira, como hobby. Cada vez mais nosso amor pela música crescia. Nossos assuntos sempre eram sobre música”, conta saudoso. Com o trabalho em período integral, Franco não marcava muitos shows, pois tocar o fazia chegar tarde em casa e era preciso acordar cedo no outro dia. Quando foi morar sozinho descobriu outro talento: escrever suas músicas.

Em 2012, Franco perdeu seu pai e grandes mudanças aconteceram: precisou assumir a empresa sozinho e trocá-la de endereço, teve início de depressão e, por fim, voltou a morar com a mãe. “Foi tudo muito difícil. Desanimei pra tudo. Mas como o tempo é o senhor da razão, as coisas começaram a retomar aos poucos”, lembra. Ele voltou a tocar em bares fosse sozinho ou com amigos, seguiu cuidando da empresa sem a loja aberta e somente com o estoque, assim podendo fazer mais shows e organizar seus horários no trabalho. Em seguida, começou a gravar algumas músicas que havia escrito.

Reconhecimento acontece e planos são cada vez maiores

Franco busca tocar o que agrada o maior número de pessoas, permitindo-o transitar nos mais variados ambientes. A receita vem rendendo frutos e visibilidade. Ele já abriu shows e dividiu palco com vários artistas nacionais. Na lista estão Maneva, Jojo Todynho, Nego do Borel, Thayná Bittencourt, 1Kilo, Alemão Ronaldo, Rafael Malenotti, Rafa Machado (Chimarruts), entre outros. Em 2020 ele lançou a música “Reggae Roots” com participação do artista nacional Fabão. Sobre a sua trajetória, sente orgulho pelas vitórias e motivação para seguir. “Aos poucos a música foi tomando uma proporção cada vez maior na minha vida. Ela me preenchia e me ajudava em todos os momentos ruins. Tenho muitos planos, acho que terei a vida inteira, pois a música me move, criar me move e acho que não poderei parar”, enfatiza.

Depois das turbulências que 2020 apresentou, é chegada a hora de retomar com ainda mais gás. O artista voltou com shows apenas acústicos e está dando continuidade no trabalho autoral. “Já tem muita coisa boa vindo por aí e logo quero compartilhar com todos. Sei que isso tudo leva o apoio da minha família aqui de perto e do meu pai lá de cima”, adianta. Ainda em janeiro, Franco gravou músicas novas no estúdio e o plano é lançar, ainda este ano, um álbum completo com todas as suas músicas já lançadas e algumas novas.

Esta reportagem integra a série “Arte Igrejinhense na Vitrine”, que tem como objetivo final a produção de um e-book. A produção cultural foi contemplada pela Lei Aldir Blanc em Igrejinha.

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