“Diz que!”

Com o distanciamento social tivemos duas escolhas: ou cuidávamos da nossa vida ou da vida dos outros. Aqui, e acredito que nas tradicionais cidades pequenas como Igrejinha, é comum a gente escutar algo da vida dos outros acompanhado do: “diz que”, onde quem relata não viu mas ouviu de alguém que contou.

E onde estávamos nós? Em casa, atrás de uma tela do celular ou computador, fuçando nas redes sociais para tirarmos nossas conclusões e fazer a justiça do nosso julgamento a partir do que víamos ali. Quantos equívocos!

Frases como: “Vi no face ou no insta!”; “Diz que!”; “Fiquei sabendo!”; “Parece que!”.

São contadas por aqueles que escolheram levar adiante uma informação que não se tinha certeza, mas para trazerem novidades e despertar a curiosidade de quem as escutava, o telefone sem fio não parou.

Acontece que este hábito desagradável acaba revelando o que as pessoas pensam sobre si mesmas e o quanto são felizes ou infelizes. O hábito de falar dos outros esconde uma baixa autoestima. Atrás da crítica há insegurança.

Uma pessoa que é satisfeita consigo mesma sempre mantém uma relação positiva e saudável com as que estão no seu círculo de convívio. Já por outro lado, as pessoas que vivem desqualificando os outros costumam ser negativas e perversas. Esta insatisfação consigo mesmo acaba projetando nos outros aspectos da própria personalidade que não aceitam.

Quem são as pessoas que estão no nosso círculo de convivência que são assim? Enquanto você está escutando o “diz que” de alguém, está deixando de te realizar! Vai viver a sua vida!

Participação com o relato da amiga Agnes:

Como adoro desafios, vi que a Muri lançou um tema que me chama atenção: o tradicional comentário que nós usamos também e que não nos damos conta o quanto isto é um julgamento.

Eu sou otimista, então vou usar a expressão para um lado de crescimento onde quero falar sobre a tal frase: “diz que” em Igrejinha a mentalidade das pessoas está mudando, a partir de pessoas que estão assumindo serem autênticas e não terem mais vergonha de suas histórias. Diz que elas contagiaram outras e que são mais felizes.

Se comportam sendo mais leves e felizes. E assim, outras tomam de exemplo a mudança de vida delas. E diz que isto contagia a população que está mudando suas crenças e diz que muitas Agnes, Muris e outras pessoas já mudaram e diz que você também pode mudar e ser mais feliz.

Vamos nesta?

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