Covid game: Uma maneira fácil para ensinar as crianças sobre os cuidados a serem tomados

A pandemia do novo coronavírus é um assunto que está na cabeça de todos. A facilidade na forma de contágio do vírus, as medidas higiênicas e as formas de contê-lo, são repassadas frequentemente pelas mídias para que todos saibam como se proteger ou procurar ajuda quando necessário. Mas e as crianças? Sabemos qual o grau de entendimento delas quanto a doença, formas de transmissão e seus cuidados?

Pensando nisso, duas acadêmicas da Universidade Feevale desenvolveram um game, em formato de quiz, para auxiliar as crianças na explicação desta pandemia. Thais Stella Waceleski e Millena Kupsinskü Martins desenvolveram o Covid game. O game traz informações sobre o vírus, como formas de transmissão, sintomas que pode ser apresentados, assim como as maneiras de proteção (máscara, álcool em gel e lavagem das mãos). O jogo virtual é destinado a crianças de 7 a 12 anos e está disponível em http://b.link/covid-game.

Millena explica que, além da experiência em programação, elas decidiram pelo game para criar um mecanismo que pudesse, ao mesmo tempo, ser divertido e conscientizar o público sobre formas de prevenção. “Todas as informações que utilizamos foram baseadas na cartilha infantil do Ministério da Saúde sobre o coronavírus, o que nos ajudou a definir a faixa de idade do público principal e o tipo de linguagem que seria utilizado no jogo”, complementa a estudante.

Festival On-line Cultural e Artístico

O game produzido pelas acadêmicas faz parte de uma proposta da disciplina de Processo Criativo, ministrada pelo professor Cristiano Max Pereira Pinheiro, o Festival On-line Cultural e Artístico. O festival conta com 27 produções acadêmicas, como jogos educativos, vídeos e demais opções de entretenimento para este período de pandemia. Acadêmicos dos cursos de Publicidade e Propaganda, Design, Moda e Arquitetura e Urbanismo da Universidade Feevale são estimulados a desenvolver projetos culturais, tendo como base os setores nucleares de economia criativa.

De acordo com Pinheiro, o exercício tem como objetivo trabalhar áreas da economia criativa, como artes, música, teatro, literatura, audiovisual e jogos digitais. “O experimento é importante para desenvolver uma musculatura criativa nos acadêmicos, para que eles possam aperfeiçoar as suas habilidades e a sua criatividade para a produção de seus produtos ou serviços. Não existe serviço criativo sem um artista em desenvolvimento”, afirma.

Ainda segundo o docente, a iniciativa colabora com a cultura, ao oferecer à comunidade a produção artística dos acadêmicos, como parte da cura para a saúde mental neste momento de isolamento social. “Devido ao momento atual vivido no mundo, em virtude do coronavírus, todas as produções possuem relação temática com a pandemia”, enfatiza.

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