Programa Meninas Cidadãs produz fanzine virtual com dicas para as famílias na quarentena

Pensando em como contribuir neste cenário de pandemia, em que jovens e adolescentes sentem-se isolados, confusos e irritados pela falta de socialização, integrantes do programa Meninas Cidadãs, de Taquaraproduziram um conteúdo quealém de ocupar o tempo ociosopropõe contribuir com a sociedade. O grupo criou um fanzine virtual com dicas de séries, filmes, livros, receitas, entretenimento e outras atividades.

meninas cidadãs

O fanzine tem periodicidade semanal, sendo postado toda segunda-feira e, para seu planejamento, o grupo reúne-se virtualmente. A psicóloga Karla Rafaela Haack, orientadora do programa, conta que as adolescentes estavam angustiadas de ficar em casa com tempo livre e que surgiu a ideia de se ocupar e contribuir de alguma forma para a população. “As meninas se organizaram e fomos elaborando o fanzine. A intenção é produzir conteúdo não apenas para adolescentes, mas para a família toda”, destaca.

O fanzine virtual já está em sua segunda edição e pode ser acessado na página do programa pelo endereço www.facebook.com/meninascidadas.

Meninas Cidadãs Fanzine.jpg

Programa Meninas Cidadãs

Realizado pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esportes de Taquara, o programa foi idealizado pela professora Monica Facio, e pensa na formação subjetiva e cidadã de novas gerações, pois entende que a construção de uma sociedade livre de violência, opressão e discriminação é de sua responsabilidade. Criado em 2017, virando lei municipal a partir de 2019, o programa tem o objetivo geral de promover a discussão e reflexão sobre comportamentos de risco, prevenção e promoção de hábitos e estratégias saudáveis no desenvolvimento biopsicossocial de adolescentes.

Atualmente, o projeto acontece em sete escolas da rede municipal. De acordo com Monica, em depoimento em vídeo divulgado na página oficial do projeto, uma das maiores preocupações é que o projeto trabalhe na perspectiva de cuidado e proteção às meninas, bem como seu protagonismo. “Que elas saibam quais são as situações de violência e onde procurar ajuda, pois o programa tem a responsabilidade de formar futuras mulheres, cidadãs comprometidas com si mesmas e com o espaço social a que vivem”, finaliza. Confira o vídeo completo.

 

 

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