Boas notícias

Quando estava no segundo grau, se me perguntassem sobre que profissão eu gostaria de seguir, minha primeira resposta era: “jornalista”. Sempre gostei de ler, sou curioso, gosto de pesquisar e escrever. Acabei me formando em Administração, mas quis o destino que acabasse me tornando um colunista no Drops do Cotidiano, dando vazão a criatividade da profissão “não seguida”.

Por uma feliz coincidência, ao começar a escrever essa coluna, descobri que 07 de abril é o dia do Jornalista. Em tempos de reclusão social, o profissional do jornalismo tornou-se um grande companheiro, um integrante do dia-a-dia, seja trazendo as notícias diárias, seja para nos trazer informações e entretenimento que nos permitam aplacar um pouco a ansiedade e o confinamento forçado.

Coluna Douglas - 07.04 (3)

Até pouco tempo atrás, antes do triste episódio com o jornalista Ricardo Boechat, da Band News, eu costumava brincar que dava carona ao nobre apresentador, pois ele era minha companhia diária, quando me desloco ao trabalho.

Tenho muitos amigos jornalistas, e cada um, a sua maneira, encontrou uma forma diferenciada de exercer a profissão. Alguns fazem a linha de reportagem, outros, de investigação… Tem aqueles que usam os conhecimentos do jornalismo para desempenhar funções em empresas, mais focadas na área institucional, e outros, como a Lidiani, mentora do Drops, que criam uma proposta nova e descolada.

O Drops do Cotidiano foca suas reportagens em temas positivos, em reportagens que falem sobre eventos e fatos que envolvam solidariedade, emoção, sentimento, acontecimentos, coisas que marcam positivamente. E escrever sobre isso nos faz lembrar das pessoas, do nosso círculo social…

Nunca desejamos tanto estar em companhia daqueles que amamos ou que fazem parte de nossos seletos grupos de amizade! Todos nós necessitamos de convívio social, em maior ou menor escala. São as pessoas e momentos junto a elas que transformam o nosso “cotidiano”, para brincar um pouco com as palavras.

Coluna Douglas - 07.04 (1)

Dias atrás, li um texto escrito do Fabrício Carpinejar, onde o mesmo abordava o “analfabetismo de afeto”, um termo que ele criou para falar daqueles que são incapazes de expressar seu afeto, seu amor, pelas pessoas e pelos acontecimentos. Pensando no que escreveu Carpinejar, poderíamos falar sobre o analfabetismo de empatia, de bom senso, de solidariedade.

Quem acompanha minhas colunas, deve perceber que procuro abordar temas que nos tragam reflexão, que sejam inspiradores e inspirados em pessoas com as quais convivo. Porque sei que muitas vezes uma citação de situação por mim vivenciada traz memórias boas e afetivas para muitos leitores.

Já falei numa outra oportunidade que na parede da sala de minha casa tem um quadro que diz que os dispostos se atraem. É essa a maneira que minha família encontrou de compartilhar afeto, emoção, bons momentos, e até mesmo medo e inseguranças.

E, valorizando esse espaço que o Drops do Cotidiano nos proporciona, nos permitindo chegar a muitas amigos e famílias, levando pequenas “doses”, ou “Drops” (novamente brincando com as palavras) de coisas positivas e legais, concluo que sim, os dispostos realmente se atraem!

Coluna Douglas - 07.04 (2)

Sejamos sempre dispostos, crentes de que somos agentes de mudança e transformação. Porque transformar depende sobretudo de acreditar, e para quem está disposto a crer em dias melhores, podem ter certeza, logo, logo teremos muitas outras boas notícias! E nosso cotidiano cheio de boas energias, para vivermos intensamente cada momento. Registrando e comunicando, é claro, no Drops do Cotidiano!

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