Vamos conversar? Eu te conto a minha história e depois você me conta a sua

Hoje quero contar pra vocês a minha história de mãe, como cheguei até aqui, os acontecimentos que me tornaram quem eu sou hoje. Há seis anos nasceu meu primeiro filho, o Matteo. Quando ele tinha três meses eu decidi que começaria a trabalhar em casa. Tenho formação de Publicidade e Propaganda, então abri uma empresa onde eu administrada as redes sociais de algumas empresas. Isso me permitiu ficar em casa com filho até que ele fizesse dois anos, só então ele começou a ir na escolinha.

Foram dois anos intensos, aprendendo a ser mãe e lá fundo sentindo que precisava aprender mais, principalmente sobre mim. Filhos são uma linda oportunidade que a vida nos dá para nos revermos, um convite a olhar para dentro de nós mesmas e buscar no nosso mais íntimo os valores que queremos transmitir, as sombras que queremos trazer à luz.

Coluna Silvana Forster Foto Jeniffer Forster
Silvana e Matteo. Foto: Jeniffer Forster

O pequeno cresceu mais um pouco, a empresa também e decidimos ter mais um bebê. Decidimos também, eu e meu marido, que seria o momento de parar de trabalhar e me dedicar exclusivamente à maternidade. Nasceu o Tomás, hoje com dois anos e meio. Nasceu também a certeza de que aprendemos a ser mãe o tempo todo, a maternidade não é uma coisa que vem pronta, “nasce um filho, nasce uma mãe”. Assim como nascemos juntos, também aprendemos juntos. Você aprende a ser mãe todos os dias, ao mesmo tempo em que seu filho aprende a ser humano, com você.

O primeiro ano foi turbulento, cuida do maior, amamenta o menor, não dorme. Meu esgotamento era enorme, aquele lindo sonho de ser só mãe envolvia mais afazeres: lavar, cozinhar, limpar, cuidar da alimentação e tantas outras coisas que a sociedade diz que temos que dar conta, afinal de contas, somos mães cheias de super poderes que esconderam em uma caixinha que eu não encontrei até hoje. O Tomás acabou indo mais cedo para escolinha, com um ano.

Coluna Silvana Forster Foto Maria Grings
Com o filho caçula, Tomás. Foto: Maria Grings

Me vi em casa, culpada por deixar um bebê na escolinha, cansada, sem vontade pra nada, perdida de mim. Percebi que estava tentando ser uma pessoa que eu não era, me obrigando a fazer e gostar de coisas que eu pensava que deveria fazer e gostar, que fazem parte da lista de adjetivos que uma boa ou mais que perfeita mãe deveria ter. E isso dói. Dói se obrigar a fazer certas coisas que não fazem parte da sua personalidade. Dói tentar fazer caber dentro de si o que não cabe. Aprendi muito sobre mim neste período, percebi que posso ser a mãe que meus filhos precisam ao mesmo tempo que sou a mulher que eu preciso ser!

Nessa busca por autoconhecimento, maternagem consciente, educação positiva, criação com apego, autocuidado e amor, muito amor, me deparei com uma nova profissão, que ajuda outras mães a se reencontrarem, a confiarem mais em si e na educação que dão para seus filhos, a se conectarem verdadeiramente com suas famílias, a ter mais motivação, diálogo e tempo com seus filhos e consigo mesmas. E amando tudo isso!

Conta pra mim, o que você vem fazendo porque deve fazer? Quais suas dores e aprendizados na maternidade? Vamos juntas trilhar um caminho de escuta e empatia entre mães! Se você fica mais a vontade em falar no privado, me manda um whatsapp 51 9 8060.3512. Quero muito te ouvir!

Um abraço bem forte e ouvidos disponíveis, Silvana

Coluna Silvana Forster Foto Os Silveiras
Família completa. Foto: Os Silveiras

 

 

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