Livre arbítrio, para quem não sabe, continua sendo a liberdade de optar, de tomar decisões, arbitrar e escolher caminhos a seguir conforme a nossa própria vontade. Ninguém pode decidir por você o que só a você compete decidir.
Pode-se ouvir opiniões contrárias ou favoráveis, mas no final, sempre somos nós que gerenciamos nossas ações. Influenciados ou não, arbitrar e arcar com nossas escolhas compete somente a nós.
E isso vale para tudo na vida: profissão, amigos, casamento, compras, investimentos, filhos, família, eleições, enfim…. tudo são escolhas. E para cada ação, sempre haverá uma reação ou consequências, boas ou ruins.
A vida é feita de opções individuais ou coletivas que nos levam a algum lugar ou a lugar algum, dependendo do ponto de vista e dos objetivos que queremos atingir.
Felizmente, nunca me arrependi de nenhuma decisão que tomei. Acertando ou errando, a experiência me ensinou e me abriu os melhores caminhos. Por isso, o livre arbítrio nos absolve, sem culpa, daquilo que vislumbramos como o melhor para nós, dependendo da circunstância e da bagagem que carregamos no momento.
Não carrego o peso das minhas escolhas. Sigo com elas até o fim ou redirecionando a rota, se for o caso, mas nunca com peso na consciência. Amo todos os que escolhi para viver e conviver comigo: meu marido, minha família, minhas atividades esportivas, minhas crônicas, meus animais e alguns raros amigos.
Aliás, aumentou o número de escolhas que ando fazendo em prol dos animais, de quem sempre cuidei e tratei muito bem, em detrimento de pessoas que, por meu livre arbítrio, também, já deletei e nem lembro mais quem são. Por outro lado, há aquelas que jamais sairão da minha lista de “confirmados”, não porque pensem igual a mim, mas porque correspondem às minhas legítimas e sinceras escolhas para compartilhar a minha vida.
Longe ou perto, há gente tão distante que está mais perto do que nunca estiveram os ditos “melhores amigos”. Longe ou perto, há gente que segue e gente que se vai como um “livramento”. Assim reciclamos a vida, os pensamentos e aquilo que nos faz bem. Depois dos 60 anos, caros leitores, não há muito tempo a perder com a hipocrisia e a falsidade. Aliás, nem em qualquer idade, eu diria hoje!
Vale, cada vez mais, ser feliz com nossas escolhas, certas ou erradas, mas que nos abastecem de amor, de sinceridade, de sabedoria no dia a dia. Livre seguimos quando entendemos o caminho que percorremos por opção e não por imposição, além é claro de saber que refletir, pensar, analisar, estudar e escolher só cabe a nós, em qualquer situação.
Portanto, cuidado com as aparências, com os falsos profetas, com a mentira e as fake news camufladas pela Inteligência Artificial. O cérebro é insubstituível e os verdadeiros sentimentos, também. Siga seu coração e o melhor para você! Os outros, são os outros…e só!