No caderninho

Eu anoto tudo em papel. Pela manhã, minha check list já está pronta para cumprir rotinas do dia em um caderninho com notificações de caneta feitas à mão.

Além disso, reforço urgências no meu “quadro negro” (pesquisem, se não souberem o que é isso) instalado na parede da cozinha.

Aqui em casa, tem papel e caneta para todos os lados. Sempre que surgir algo para lembrar amanhã, anoto! Senão,  obviamente,  esqueço de alguma coisa, inevitavelmente.

No celular também há essa possibilidade, mas esqueço olhar. Então, anoto e deixo o bilhetinho na mesa do café para ir às compras ou o que for, sem esquecer de nada. 

Ainda assim, sempre corro o risco de esquecer alguma coisa ou lembro de outras, mas garanto o que preciso, sem medo de perder o essencial.

Amo um caderninho e uma caneta! Difícil sair de casa sem eles. Posso até esquecer o celular, mas a canetinha,  o caderninho ou o giz para o quadro negro (porque o meu é negro mesmo, como sempre foram todos os quadros nas minhas escolas, incluindo a universidade) sempre estarão ali.

Tento registrar algumas coisas no bloco de notas do celular e… adivinha??? Esqueço de olhar! Mas o papel em cima da mesa, antes do café,  é infalível!! Não tem como esquecer, ao menos pra mim.

E assim vou ao super lendo minha listinha. Vou à farmácia e também me lembrando dos eventos e das coisas a fazer,  incluindo horários da manicure, do veterinário, do médico e tudo o mais que o dia exigir.

Diante de tantas informações piscando na tela, o caderninho nos ajuda a focar no que importa. O resto, você olha quando não tiver mais nada pra fazer!

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