Amor de mãe: voluntárias fazem da Oktoberfest de Igrejinha uma lição de vida aos seus filhos

O maior legado da maternidade é o amor. Neste mês das Mães, nada mais especial do que valorizar voluntárias que há muitos anos se dedicam e viram seus filhos crescer junto com a Oktoberfest de Igrejinha! Elas fazem da festa um propósito para ajudar o próximo, celebrar a união e, especialmente, uma verdadeira lição de vida para as novas gerações. Histórias como da Analise e da filha Letícia. E também da Sueli, com sua filha Alexandra, que ainda tem o orgulho de ver os outros filhos e até os netos como voluntários!

Confira três entrevistas especiais com mães e filhas:

ANALISE BEATRIZ FÜLBER LINDEN (57 ANOS)

– Qual é a sua história com a Oktoberfest de Igrejinha?
Sou voluntária desde 1989. Já trabalhei na bilheteria, venda de alimentos, servindo chopp e refrigerante, fiscal e coordenadora de chopp. Atualmente, trabalho na central e em uma equipe de chopp. Também ajudei na coordenação da montagem do espetáculo e participo do grupo de socialização “A grande família”.

– Como foi transmitir esse amor ao voluntariado para sua filha e como se sente ao vê-la também fazer parte?
Essa transmissão foi de forma natural, pois o amor pela festa em nossa casa sempre foi algo muito forte. Através do meu envolvimento, acredito que ela sempre se sentia parte, mesmo quando ainda não tinha idade para ser voluntária.

– Como MÃE, quais os exemplos faz questão de passar? E no que a Oktoberfest contribui para isso?
O principal é o amor ao próximo, a transparência na realização de nossos atos para com a sociedade, o trabalho e o apreço pela comunidade em que vivemos. Me sinto muito feliz como mãe em ver que plantei a semente no coração da minha filha Letícia.

LETÍCIA BEATRIZ LINDEN (25 ANOS)

– Qual é a sua história com a Oktoberfest de Igrejinha?
Sou voluntária desde 2015 (com exceção de um intervalo de tempo em que estudei em outro estado). Já trabalhei em equipes e na coordenação do chopp, além de ajudar na divulgação acompanhando meus pais. Atualmente, trabalho em uma equipe de chopp, sou coordenadora dos Projetos de Socialização e participo do grupo “A grande família”, além de estar nas comitivas de divulgação sempre que posso.

– Como foi crescer vendo a sua mãe dedicada à Oktoberfest e quais os momentos mais marcantes dessas lembranças?
Antes de nascer ela me conta que eu já participava da festa, ainda dentro da barriga, enquanto ela trabalhava como voluntária. Depois, desde muito cedo eu acompanhei tudo foi algo muito natural seguir pelo mesmo caminho. Lembro de estar nas comitivas de divulgação e nas entregas das camisetas e já querer fazer a minha parte. Sempre me marcou, fazer os preparativos e viver a festa o ano inteiro. O mesmo acontecia durante os dias de alegria e dedicação em outubro. Fiquei contando os anos até completar a maioridade e poder trabalhar como voluntária junto com ela.

– O que você mais admira na história da sua mãe com a Oktober e que ensinamentos isso te trouxe?
Acredito que é o envolvimento com a comunidade que a festa traz e que todo o trabalho é recompensado a cada edição. Desde muito cedo, ver e acompanhar ela trabalhando o ano inteiro, e em outubro vivendo a festa, me ensinou que este trabalho é uma forma de devolver o que recebemos da comunidade, e através disso hoje eu não sei viver a festa de outra forma, a não ser sendo voluntária.

– Como imagina o futuro de vocês no voluntariado da festa?
Com toda certeza trabalharemos por muitos anos na festa, porque é a nossa forma de celebrar ela. Eu aprendi isso com minha mãe, que a nossa forma de aproveitar a Oktober é sendo voluntária e vivendo ela durante o ano inteiro.

SUELI SCHMITZ(67 ANOS)

– Qual é a sua história com a Oktoberfest de Igrejinha?
Sou voluntária desde 1991. Comecei servindo chopp na equipe da Unsemaqe, depois, abrindo minha Equipe Metralhas, na qual agora sou coordenadora. Sempre gostei de me envolver muito com a festa e logo levei meus cinco filhos para também participar – trabalharam com os refrigerantes. Mais tarde, foi a vez dos netos e hoje muitos da família são da equipe ou voluntários em outras áreas.

– Como foi transmitir esse amor ao voluntariado para seus filhos e como se sente ao vê-los também fazer parte?
Um dos meus maiores orgulhos foi ter construído uma história e uma família na Oktoberfest! A nossa equipe de chopp é demais. Além disso, hoje meus filhos, netos e muitos parentes se dedicam à festa. Isso me deixa muito realizada e feliz. Também tenho uma neta que já foi Rainha (Paola Schmitz Altenhofen, em 2015) e um neto Bubchen (Caue Altenhofen, em 2013).

– Como MÃE, quais os exemplos faz questão de passar? E no que a Oktoberfest contribui para isso?
A honestidade e a humildade. Mas, especialmente, o brilho no olhar de quem trabalha pela festa. A alegria e a vontade de ajudar me motivam todos os anos e é isso que eu sempre transmiti aos meus filhos.

ALEXANDRA CARINA SCHMITZ ARNOLD (48 ANOS)

– Qual é a sua história com a Oktoberfest de Igrejinha?
Eu sou voluntária da Oktoberfest desde 1994. Comecei em uma banca de alimentação e depois trabalhamos em família com a Equipe Metralhas, no chopp. Sempre ajudei em tudo o que pude na nossa festa e, há alguns, tenho a felicidade de ter meu filho, Patrique, também contribuindo como coordenador. Viver a Oktoberfest foi algo que aprendi com minha mãe, passei ao meu filho e eu não me imagino não fazendo parte dela. É algo que eu pretendo seguir até o fim da minha vida!

– Como foi crescer vendo a sua mãe dedicada à Oktoberfest e quais os momentos mais marcantes dessas lembranças?
A vida toda, minha mãe foi empolgada, realizada e se entregou com afinco para esse objetivo. A alegria e o prazer com que ela sempre fez isso contagiou a todos na família. Ela foi e continua sendo o nosso maior exemplo de voluntária! Dos momentos marcantes, posso destacar os desfiles e as lembranças divertidas que cada edição deixa no nosso setor de chopp. A equipe junta, servindo as bebidas, mas ao mesmo tempo dançando e aproveitando a festa!

– E você, como MÃE, como está sendo passar essa lição ao seu(s) filho(s). Como é a história deles com a festa?
Meu maior orgulho, hoje, é ver meu filho se dedicando ainda mais do que eu mesma. Ele trabalha para que o reconhecimento da festa seja sempre maior e faz com tanto amor que me emociona. Vivermos isso juntos é muito importante para a nossa família. A Oktoberfest é realmente especial em nossas vidas. Cuidamos dela com todo o carinho que um filho merece, por que ela nos ensina e nos une pelo amor, como uma verdadeira mãe!

Todas essas histórias, entrelaçadas, mostram o amor e o espírito comunitário que permeiam a Oktoberfest de Igrejinha. Um sentimento transmitido por muitas mães igrejinhenses a seus filhos, que certamente contribui para perpetuar a história da festa, mantendo viva a trajetória de celebração da cultura e de solidariedade que são marcas da Oktoberfest. A Associação de Amigos da Oktoberfest de Igrejinha (Amifest), por sua diretoria e voluntários, tem como objetivos sempre incentivar estas histórias e esse espírito de valorização do bem comum. 

*Texto: Ana Basei. Fotos:  Divulgação/arquivo pessoal.

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