Dicas para estudar Inglês e aprender o idioma de verdade

Para aprender inglês, quanto maior for a exposição ao idioma, melhor será o aprendizado. Entretanto, de acordo com a pesquisa do British Council e do Instituto de Pesquisa Data Popular, apenas 5% da população do Brasil fala inglês, sendo 1% deles fluente. Mas como reverter esse cenário negativo? É uma resposta simples e não tem segredo: a pessoa precisa se expor a filmes, livros, músicas, podcasts, vídeos, documentários e até mesmo as redes sociais.

De acordo com a docente de Inglês do Senac Taquara Jady Lima, existem duas dicas primordiais para o início do aprendizado da língua inglesa. Confira:

  • Coloque seu celular em inglês:
    “Ouço alguns alunos me dizerem que têm medo caso eles não saibam entender ou responder alguma mensagem, de sistema geralmente, mas eu sempre digo que eles sabem o caminho de volta para trocar caso sintam a urgência. Mudar o idioma do seu celular ajudará a aprender novos vocabulários, bem como perceber a língua como os nativos”, indica.
  • Faça em inglês aquilo que você costuma fazer:
    “Gosta de assistir filmes ou séries como forma de lazer? Comece colocando o áudio em inglês e a legenda em português. Gosta de ouvir músicas em inglês? Procure a letra, veja a tradução e cante junto as partes que já sabe a melodia de cor. Gosta de ler? Procure livros curtos, contos ou histórias infantis, fanfics, e comece lendo aos poucos”, ensina a docente.

Em relação ao início do aprendizado desde a infância, Jady destaca a existência de estudos que afirmam que, para cada faixa etária, existe uma abordagem e tempo de estudo aplicados, portanto, é melhor aprender agora do que nunca aprender por medo ou desculpas de que já passou da hora. “Um cérebro bilíngue tem o fortalecimento da sua memória e atraso de até cinco anos no envelhecimento cerebral, principal causador do Alzheimer e demência”. O fator também proporciona desenvolvimento do pensamento lógico, argumentação, processamento de informações, resolução de problemas, pensamento criativo, flexibilidade cognitiva e crescimento da massa cinzenta do seu cérebro devido à nova língua, o que mantém o cérebro ativo.

Para auxiliar nesse processo, os cursos de idiomas são importantes porque há uma orientação em relação ao que estudar, quando estudar e como estudar, bem como troca de experiências com colegas e professores, o que, de acordo com a docente, torna o processo muito mais prazeroso e significativo. “O aluno ainda tem um professor que poderá dar feedbacks quanto à fala, leitura, escuta, escrita e ainda dar suporte naquilo que o aluno sente dificuldade e não sabe como sanar”.

Um exemplo são os cursos de idiomas do Senac Taquara, que buscam fortalecer nos estudantes, as quatro habilidades linguísticas do idioma: ler, escrever, ouvir e falar. Em cada aula das formações, os alunos são motivados a falar com o objetivo de desenvolver sua confiança e performance em futuras situações de comunicação. “Nossa metodologia é totalmente voltada à prática. Aprendemos um novo jeito de falar algo, uma nova expressão, praticamos escrevendo e conversando. Também temos eventos que promovem as interações entre as turmas e tiram um pouco da rotina da sala de aula, como por exemplo picnic, Movie Night, Halloween, Thanksgiving, Spelling Bee, Games Morning etc.”, destaca a docente.

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