Com boas intenções, amigos, conhecidos e parentes distribuem conselhos para nos “tornarem mais felizes”, sem ao menos procurar saber quais são nossas verdadeiras necessidades e objetivos. Somos influenciáveis por natureza e o nosso círculo de convivência têm participação nisso. Isso indica que devemos observar atentamente as mensagens que recebemos, porque corremos o risco de nos tornarmos parecidos com as pessoas pelos seus hábitos e atitudes.
Quais influências estamos recebendo e o quanto elas têm favorecido para a sua condição atual? Querem o melhor para nós ou estão apenas querendo que a gente seja como eles? Se a gente não deseja ter em nossas vidas hábitos, atitudes e condições parecidas com a de pessoas da nossa convivência, é hora de entender sobre esta individuação.
O processo de individuação, para a psicoterapia de Jung, significa tornar-se um ser único, alcançando uma singularidade profunda e nos tornando o nosso próprio “Si mesmo”. Quem nos inspira? Quais influências estamos recebendo? Há vários obstáculos que podem fazer com que desviamos o que realmente importante para nós. O que estamos querendo mesmo? Para onde queremos ir?

Dentro da nossa família, da empresa que trabalhamos, no grupo que pertencemos, temos objetivos em comum. Porém somos diferentes e talvez este seja o segredo. A nossa maior influência pode vir de quem nos inspira e, essa inspiração, pode estar sendo alguém bem perto.
Eu acredito que a grande conquista nunca seja material e nem esteja no fim do caminho. Ela está no caminho, no durante, nas PESSOAS, percebendo QUEM ESTÁ comigo e com a gente.