Jonathan Dörr fala sobre a volta da Reação Em Cadeia e show em Igrejinha no próximo sábado

Fenômeno do rock do início dos anos 2000, a banda Reação Em Cadeia se apresenta em Igrejinha no próximo sábado (02). Após um hiato de seis anos, o projeto é retomado com a turnê Até Parar de Bater e vem fazendo bater mais forte os corações dos fãs. As canções, com letras envolventes e cheias de sentimentos combinadas com a batida forte, embora não estivessem nos palcos, nunca saíram das playlists saudosistas.

Nesta nova fase, celebrando os 20 anos do lançamento de “Neural” – primeiro álbum da banda –, juntam-se a Jonathan Dörr, fundador e front man da REC, os músicos Thissi Bergmann, Elias Frenzel, Eduardo “Panda” Petry e Tiago Medeiros. Desde fevereiro, quando iniciou a turnê comemorativa, a banda tem atraído milhares de fãs e os emocionado em shows memoráveis por todo o Brasil. Agora é a vez do Vale do Paranhana! A REC integra o line up do evento em comemoração aos 10 anos da Cervejaria Stier, que acontecerá no Parque de Eventos Almiro Grings com mais três shows musicais e 26 torneiras de chopp. Os ingressos estão à venda pelo Sympla (clique aqui para comprar).

O que esperar do show?

Jonathan conta que a turnê está sendo muito especial e o reencontro com os fãs que acompanham a REC desde o início está sendo muito legal. Para os fãs, é uma mistura de nostalgia, volta ao passado e de reviver as canções que acompanharam uma juventude. O que permanecerá? “Acho que o reencontro com o ‘eu’ de cada um de 20 anos atrás. Acho que é isso que vai ficar na memória de cada pessoa que assistir ao show”, declara o cantor.

Ele conta que está ansioso para subir ao palco no sábado e cantar com a galera as músicas que fazem parte de momentos especiais de cada um. “Vamos construir novas memórias. Tenho um carinho muito grande pela região e, falando especialmente em Igrejinha, tenho tantas lembranças guardadas das Oktoberfest que fui como público e depois como músico ao me apresentar na cidade. Foi em Igrejinha a primeira vez que me apresentei com uma banda em um sistema de som profissional, em 1997, com minha primeira banda ‘Os Reverberados’”, relembra.

E indica as clássicas que não faltarão no repertório do show da Reação Em Cadeia em Igrejinha: “Me Odeie”, “Infierno”, “Eu não pertenço a você”, “Quase Amor“, entre outras.

Uma turnê especial acontecendo e novidades por vir

Ele está regravando os maiores hits da carreira que compôs para a Reação Em Cadeia e considera esse um projeto muito especial. “Vou dar uma nova vida às canções que fizeram e fazem parte da vida de muitas pessoas. Ainda não tenho uma previsão, mas estou trabalhando a todo vapor em uma co-produção com o Juliano Cortuah na sua Nave33 estúdio que fica no Rio de Janeiro entre o mar e as montanhas e o resultado tá ficando muito bonito. Tenho certeza de que os fãs vão gostar muito, pois vão ter acesso ao material com uma qualidade muito superior de áudio”, adianta.

Embora a cena musical atual seja bem diversa daquela em que a banda se consagrou, agora com muitos estilos acontecendo, ele vê muito potencial para o seu. “O rock continua mais vivo do que nunca, apesar de estarem querendo matá-lo há décadas. E digo mais: basta ver o que vem acontecendo na cena rock do Brasil para se ter ideia da força com que as bandas estão retomando, lotando estádios e arenas e isso é um reflexo do público que está sedento e isso é muito especial”, avalia.

Se a turnê seguirá e até quando? A resposta dele é subjetiva: “Até parar de bater (risos)”. De todo modo, ele confirma que retomou o projeto com a intenção de excursionar e vivenciar as músicas que moldaram a sua carreira e, ao mesmo tempo, entender como seria retomar essas canções novamente e incluí-las em sua vida depois desse hiato. “São canções que retratam fases da minha vida e por esse motivo é importante pra mim essa leitura. O que posso dizer é que até então estou curtindo muito isso tudo, o que me faz pensar muito em seguir em frente”, entrega.

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